A origem cultural da “ciência”

O clero científico diz que devemos destruir os ecossistemas no altar do deus progresso. Um clero que manda matar, pela crença num analfabetismo, não é novidade. O clero cristão também mandava matar todos que não coubessem na sua mentira.

O clero cristão declarou morte aos infiéis, o científico declarou morte ao meio vivo. A vida não cabe na mentira inventada pelo clero científico.

Manter a mentira exige a destruição da realidade que a contradiz. A vida nega a validade do clero científico, o clero científico dedica-se a destruir a vida.

Milhares de espécies extintas no altar do “progresso científico” e uma imundice planetária, nunca vista, revelam o tamanho da mentira inventada pelo clero científico.

A origem cultural da “ciência”

O clero científico apresenta-se como o salvador da humanidade e criador de mundos de progresso. Um messias, salvador da humanidade e criador de mundos, também não é novidade.

O discurso do clero científico é uma cópia do clero cristão: o messias salvador passou a ser o clero científico, o futuro paraíso chama-se agora futuro de progresso, e o diabo agora é o funcionamento saudável da vida.

A “ciência” nasceu no século XVI no analfabetismo cristão, e é a continuidade dele. A origem cultural da “ciência” é a teologia Abraâmica, de onde copia a retórica.

“Ciência” é mais uma teologia Abraâmica, agora é o próprio clero que se apresenta como o messias salvador da humanidade e criador de mundos. A barbárie não sai do delírio.

Delírio Abraâmico

O delírio Abraâmico caracteriza-se pela invenção de uma ameaça, uma vítima, um salvador, um fim feliz para os bons e infeliz para os maus. É um delírio pueril.

O clero científico inventou que a vida é uma ameaça aos humanos, e que ele vai salvar a humanidade destruindo os ecossistemas para criar o tal futuro de “progresso científico”, também inventado por ele. Quem sabe não inventa.

Um clero criador de mundos, à imagem do deus paizinho criador de mundos, não é bem um clero, é um atraso cultural mal copiado.

Como seria de esperar as habilidades de “progresso científico” resultam invariavelmente em lixo, poluição e doenças. O lixo mostra a falta de fundamento do “progresso científico”.

A realidade não anda ao acaso de delírios e habilidades pueris, “progresso científico” é uma quimera insalubre.

O analfabetismo da comunidade “científica” 

Ciência, do latim scientia: verbo scire (separar, cindir, discernir) + nt (agente) + ia (qualidade) = qualidade do agente que discerne.

Universal quer dizer “sem princípio nem fim” e, por isso, indiscernível.

“Ciência universal” quer dizer qualidade do agente que discerne o indiscernível, o contra-senso característico dos analfabetos.

O universalismo revela que o universo é a parte analfabeta do cosmos.

Chamar “método experimental” à técnica da tentativa e erro, é outro analfabetismo.

Feiticeiros do lixo

A comunidade científica é uma comunidade analfabeta, que se crê criadora de mundos por conseguir fazer lixo pela técnica da tentativa e erro.

As origens culturais dos feiticeiros do lixo são o analfabetismo e o atraso cultural medieval, que continuam a praticar.

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2 pensamentos sobre “A origem cultural da “ciência”

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