O pilha-galinhas

“Quem tem meios é que manda” é este o atraso cultural que a barbárie ocidental apresenta.

“Quem tem meios é que manda” como se a posse de meios fosse uma habilitação para decidir e não a marca do pilha-galinhas que rouba.

Devem obedecer ao rico porque ele sabe roubar os outros. É esta a legitimidade vigente.

É a legitimidade vinda da miséria, onde os meios são escassos, o civismo inexistente e a mentalidade não passa do patamar dos meios.

A legitimidade da barbárie revela a sua proveniência de fora do habitat humano, da miséria milenar do centro e norte da “Europa”.

A anti Europa

A barbárie germânica nunca pertenceu à Europa, é a sua negação.

A Europa é o lugar da civilização europeia  greco-romana, que nunca incluiu os germânicos, e que se caracteriza pela cultura do usufruto da vida e nunca esta cultura de miséria dos germânicos.

A anti Europa é a barbárie germânica, que não inclui os gregos nem os latinos, e que se caracteriza pela cultura da arrecadação e do medo do futuro dos pré-históricos do inverno.

A civilização durou dez séculos porque não tinha germânicos. A civilização não é para os néscios da miséria.

A barbárie germânica é o que sempre foi: a anti Europa.

A capacidade mental dos néscios

“Quem tem meios é que manda” é esta capacidade mental que a barbárie apresenta.

A barbárie ocidental é uma plebe de néscios ao acaso do pilha-galinhas que roubar a maior galinha.

A capoeira dos pilha-galinhas

A capoeira é o regime em que mandam os pilha-galinhas.

Os néscios vivem em capoeira sob as ordens dos pilha-galinhas.

Na capoeira o pilha-galinhas manda através da chantagem. Diz aos néscios que eles têm de lhe pagar pelos meios existentes, senão não as deixa aceder aos meios.

Como o cérebro dos néscios não dá para mais, eles não se riem do abuso do pilha-galinhas nem o erradicam, em vez disso obedecem-lhe, passam à condição de galinhas pilhadas.

E acreditam até que devem alguma coisa ao pilha-galinhas que abusa deles.

O logro básico, usado pelos pilha-galinhas para mandar, revela que esta plebe é néscia ao ponto de não perceber as burlas mais infantis dos pilha-galinhas.

O regime da capoeira

A feira é o regime, de desordem e chantagem, que coloca os pilha-galinhas a mandarem em todos os néscios.

O pilha-galinhas que pilhar mais galinhas e apropriar-se da maior parte da capoeira passa a mandar em todos.

Na capoeira as galinhas são adestradas para obedecerem às ordens e acreditarem nas mentiras dos pilha-galinhas.

As mentiras dos pilha-galinhas são do género: as vontades dos ricos são as regras da “economia”. As vontades dos “mercados” (feiras) são as regras da economia.

Distinguir regras de vontades não está ao alcance de néscios, é essa a base do poder dos pilha-galinhas.

A “empresa” é a capoeira do pilha-galinhas “investidor”, é lá que ele coloca os néscios “trabalhadores” a obedecerem-lhe.

Néscios que não demonstram sequer capacidade de perguntar porque é que hão-de passar toda a existência a obedecer às vontades dos seus abusadores.

O capitalismo (“capoeirismo”)

Capitalismo é o jogo do arrecadar dos pilha-galinhas. Ganha quem pilhar a maior parte da capoeira.

Como as galinhas não se indignam de serem roubadas e ainda cooperam com o roubo, é o jogo mais praticado pelos pilha-galinhas.

Neste jogo o pilha-galinhas usa o que arrecada apenas, e só, em actividades de arrecadar ainda mais.

Não há qualquer outro uso ou objectivo, para o que é arrecadado, que não seja para arrecadar ainda mais. Riqueza é a maior arrecadação de meios que o pilha-galinha conseguir juntar.

O capitalismo revela o estado primitivo da arrecadação de bens, da barbárie germânica.

O pilha-galinhas é o pré-histórico que não vai além dos meios, não chega aos fins.

O capitalismo, com os seus pilha-galinhas e respectivas galinhas, revela a reduzida capacidade mental e o atraso cultural milenar dos pré-históricos ocidentais.

O comunismo (“aviarismo”)

Quando os pilha-galinhas ocuparam o lugar dos assassinos na horda (na primeira parte da idade média as hordas germânicas apresentavam parasitas assassinos), uma parte da barbárie germânica inventou o aviário (a que chamaram comunismo).

O aviário é uma capoeira planificada, não desaparece a condição de galinha néscia que existe para servir vontades e ideologias dos pilha-galinhas, nem a chantagem com que os pilha-galinhas burlam e mandam nas galinhas.

Também não reduziu o atraso cultural, apenas industrializam a estrutura da capoeira: pilha-galinhas todos no mesmo lado (chamado partido único) e galinhas no outro (chamadas de trabalhadores).

A miséria continuou, mas praticada de forma planificada.

A barbárie ocidental

Se o capitalismo revela o atraso pré-histórico, o comunismo reforça essa incapacidade dos germânicos saírem da miséria de objectivos, miséria de comportamentos e miséria de valores, que os caracteriza.

Esta barbárie, que chegou da pré-história no século IV, continua pré-histórica e néscia, com objectivos pré-históricos (arrecadar meios), comportamentos pré-históricos (pilhar os outros) e resultados pré-históricos (insalubridade física, social e comportamental).

Não se sai da pré-história quando se quer, sai-se quando souberem sair. Até lá apenas aumentam os exemplos de imbecilidade e atraso cultural milenar que apresentam.

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