Ano 2770

Ano 2770 a.u.c., 2017 para a barbárie ocidental.

A barbárie continua igual a si mesma, mata e rouba.

Não saiu um milímetro da sua pré-história: a horda mantém-se com os chefes, feiticeiros e súbditos, e dedicam-se à destruição e pilhagem.

Chefes

Agora chamam capitalismo ao passatempo de roubar. Glorificam os que mais roubam. Os chefes das hordas são agora os ladrões. Antes eram os assassinos (a quem chamavam de “nobreza”).

Feiticeiros

Os feiticeiros inventam lixo através da tentativa e erro. Chamam “método experimental” à tentativa e erro, “progresso científico” ao lixo que inventam, e “ciência” à alquimia desse lixo.

Dizem os feiticeiros (chamam-se a si mesmo de “comunidade científica”) que devemos destruir os ecossistemas no altar do “progresso científico”… enfim.

Universidade é o nome do centro da boçalidade da barbárie.

Súbditos

A plebe passa o tempo a destruir os ecossistemas a mando dos ladrões, com as técnicas dos feiticeiros.

Roubam-se entre si através da chantagem feirante (a que chamam de “mercado”).

Têm uma alegria pueril com os objectos, arrecadam-nos aos milhões. Trocam a sua vida pelos pechisbeques mais ridículos.

As hordas

Francos (franceses), anglo-saxões (“britânicos”) e godos (alemães) são o trio de pré-históricos que continuam a dominar e a impor a miséria geral. O trio do atraso são a marca da pré-história.

Paira no ar uma guerra entre o trio e os eslavos, os seus primos das estepes. Por isso nada de novo na barbárie.

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