Anti economia mercantil

Ode à nossa querida idade média feirante, à inteligência em que assenta este velho mundo, à ignorância dos seus princípios, aos erros dos seus meios e à insalubridade dos seus resultados.

“Sociedade de consumo”

“Sociedade de consumo” é o efeito do “mercado” na realidade.

“Sociedade de consumo” é só a plebe mais destruidora de meios alguma vez conhecida. O que revela bem o que é o sistema mercantil em termos económicos.

O “mercado” é a prática da anti economia, como a “sociedade de consumo” demonstra.

Dizem que a “economia” cresce quando aumenta o consumo, que é o mesmo que dizer que um motor é mais económico quanto mais consome…

… e os “agentes de mercado” são tão económicos que nunca dizem: “consuma menos, seja económico”.

“Sociedade de consumo” é o exemplo da aberração resultante da ignorância nos princípios e respectivos erros nos comportamentos.

A anti economia mercantil

“Sociedade de consumo” é a maior aberração anti económica conhecida: actuam para destruir o meio e produzir lixo.

Obtêm, como resultado, o tempo perdido na produção de lixo, o lixo e os problemas sanitários resultantes desse comportamento anti económico.

Perdem tudo: destroem o meio, o tempo humano e os humanos (um trabalhador não tem vida de humano, é um deformado, adestrado para ser servil de feirantes e produzir lixo).

O que história revela da anti economia mercantil

A história mostra que o “mercado” é o sistema em que actuam para perderem tudo: perdem o meio ambiente, perdem a vida humana, perdem humanos. É a anti economia total.

Ganham o lixo, os problemas do lixo, e têm de aturar as vontades e desvarios dos mais boçais dos delinquentes: os feirantes e os seus “mercados”.

O “mercado” determinou a “sociedade de consumo” e esta revela toda a anti economia do “mercado”: a anti economia total.

O que revelam as “leis” da delinquência mercantil

A economia não se rege pela regra da chantagem (oferta) e do suborno (procura), essas são as regras da corrupção.

“Mercado” é o sistema da corrupção, como a “lei” da chantagem e do suborno revela.

O objectivo do “mercado” é o saque (lucro) e nunca a economia, o que revela a natureza do feirante: um ladrão que rouba através da corrupção.

“Mercado” é o sistema do roubo através da corrupção: o sistema de roubo do feirante.

A “lei” da chantagem e do suborno do “mercado”, é como a “lei” do mata ou morres da guerra: são “leis” da delinquência, só existem quando há desordem e deixam os desordeiros instalarem-se.

O “mercado” é o sinal do estado de desordem actual.

A liberdade e a desordem

A economia é uma ordem e, por isso, é o oposto à desordem feirante e respectiva “lei” da corrupção.

A ordem liberta a humanidade dos delinquentes. A desordem liberta os delinquentes contra a humanidade.

O “mercado” é a desordem que liberta os corruptos para instalarem a lei da corrupção e destruírem a liberdade humana.

A inteligência da “sociedade de consumo”

O grau de inteligência que a “sociedade de consumo” apresenta – acredita que economia consta das regras da corrupção e que fazer lixo é “progresso” – mostra que não é com ela que se vai ter economia, nem higiene e muito menos a liberdade dada pela ordem  económica.

Não vai haver a liberdade de não se ter de aturar feirantes, a sua corrupção, as suas leis da corrupção e o seu lixo, enquanto houver essa coisa aberrante da “sociedade de consumo”.

O “mercado” e a humanidade

Tudo que é bom para a humanidade é péssimo para o “mercado”.

Tudo que é péssimo para a humanidade é bom para o “mercado”.

Tudo o que é bom para o cancro é péssimo para o paciente.

Destruição dos ecossistemas, poluição, doenças, desequilíbrio social, desordem (negócio), trabalho, submissão, lixo são bons para o “mercado” e péssimos para a humanidade.

Habitat humano saudável, higiene, saúde, equilíbrio, ordem, lazer (ócio – o tempo dos livres) e liberdade são péssimos para os “mercados”.

O “mercado” e a humanidade são o cancro e o paciente.

As necessidades do sistema de corrupção

O sistema da corrupção (“mercado”) necessita da criação de problemas (carências) para a chantagem e suborno mercantis serem eficazes.

Para se poder impor a lei da corrupção é necessário criar problemas.

Saúde é a ausência de problemas dos seres vivos, é óptima para a humanidade e péssima para os “mercados”.

Por isso os “agentes de mercado” (feirantes) destroem o habitat, destroem o equilíbrio social, destroem a ordem para criar a maior quantidade de problemas à humanidade.

O que é péssimo para a humanidade é bom, e necessário, para o sistema da corrupção (“mercado”). É esta a “economia” do “mercado”.

A “comunidade científica”

A corrupção e roubo mercantis fazem-se com as soluções dos problemas produzidos pelos “agentes de mercado”.

E é para isso que existe a “comunidade científica” – a outra peça da anti economia mercantil produtora da “sociedade de consumo”.

A “comunidade científica” tem como missão criar problemas, inventar formas destruir o habitat – com mito que devemos destruir o habitat no altar do “progresso científico” –  inventar maior e pior insalubridade, para depois a corrupção mercantil funcionar através do acesso às “soluções” dos problemas criados.

Tal como dizem que o “mercado” é economia, dizem que “ciência” é inventar lixo, e a “sociedade de consumo” acredita.

Acredita porque a inteligência não resolve problemas, evita-os.

A inteligência, tal como a saúde, é péssima para o “mercado”. Por isso a “sociedade de consumo” não deve saber da sua existência, e continuar a acreditar que inteligência é a “tentativa e erro” dos cientistas.

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