Modelo germânico

O modelo germânico

Clero, nobreza e pobreza (povo) é o modelo medieval, o modelo da barbárie germânica.

Foi trazido pelas hordas germânicas (francos, anglo-saxões e godos), é o modelo pré-histórico germânico: os tais feiticeiros (clero), chefes (nobreza) e servos (pobreza) da horda pré-histórica germânica.

Mentirosos, parasitas e parasitados, é o bonito modelo que os pré-históricos trouxeram.

Vieram lá dos confins do inverno, da sua miséria cultural, para nos mostrar o atraso milenar dos pré-históricos do inverno.

Os germânicos trouxeram a eterna pré-história com eles.  Apresentam o modelo da parasitose (parasitismo), uma patologia típica de populações que não conhecem a higiene.

O modelo da parasitose nos pré-históricos é algo redundante. Apresentam um grupo maior com grupos de parasitas dentro dele, a que chamam de chefes e feiticeiros.

A social parasitose é uma doença típica de populações com atraso cultural profundo.

São tão inteligentes os germânicos, inventam uma mentira (teológica ou ideológica) e praticam o social parasitismo assente nessa mentira. É uma forma sui generis de instalação dessa patologia nos tecidos grupais.

O modelo germânico é sempre o mesmo, observamos-se que a proverbial inteligência dos germânicos não dá para mais.

Não se mantêm na pré-história por gosto, a história da humanidade é, talvez, demasiado exigente em termos intelectuais para quem não percebe sequer que está fora do habitat da espécie humana.

A actual versão do modelo

Ciência (clero), mercado (nobreza) e trabalho (pobreza) são a versão actual do mesmo modelo: o modelo da horda pré-histórica germânica.

Enquanto a barbárie germânica (anglo-saxões, francos e godos) se impuser o modelo não será outro. Se não saíram sozinhos da pré-história, nem da insalubridade, não vai ser agora que ninguém os obriga.

Entretanto observamos mais uma falência do modelo, já falido na primeira parte da idade média. As patologias produzem crises, e é o que vemos nos germânicos.

Uma pena, um modelo tão bonito, agora assente na fantasia do progresso (religião e respectivo clero “científico”); no mercado (delinquência que determina o poder, e respectiva corte de parasitas, a nobreza); e no trabalho de servir as vontades e caprichos do clero e nobreza feirante (apoderados/parasitados, a pobreza).

A invenção de lixo, a feira medieval, e a produção de lixo, a nossa bonita quimera medieval.

Que evoluída é a barbárie germânica, pelo que fazem nota-se como a inteligência não os estorva.

A crença na corrupção

A crença em que assenta agora o modelo, é a crença na corrupção.

Acreditam que os cientistas vão conseguir corromper as regras da vida. Vão corromper os ecossistemas porque isso deve ser bom. A corrupção só pode ser uma coisa boa.

“Progresso científico” é a capacidade de corromper as regras da vida, um objectivo baseado na crença que a corrupção dá bons resultados. E não desgraças como a poluição e destruição global.

Ao nível do grupo humano acreditam que corromper é a “lei universal da corrupção”. Os grupos não devem seguir as regras de saúde grupal, mas sim a lei da corrupção. Economia para eles é a actividade de corromper, a tal “lei da chantagem e do suborno”.

Chantagem e suborno são palavras feias, melhor chamar oferta e procura.

“Lei da oferta e da procura” é mais bonito que “lei da chantagem e do suborno”. Não se deve ser demasiado explicito, o segredo é a alma do negócio.

O resultado da corrupção na população também é um feito glorioso. A miséria graça no meio da abundância, em consonância com a insalubridade ambiental.

O esgoto, a todos os níveis, é o glorioso resultado do modelo medieval, a marca da capacidade mental dos germânicos.

Origem da crença da corrupção

A crença na corrupção nasceu da feira medieval, decorre das práticas da corrupção da feira medieval.

Os resultados obtidos com a corrupção de medievais, praticada na feira, evoluiu para a crença na possibilidade da corrupção total, da imposição da lei da corrupção sobre todas as demais leis.

Os feirantes deslumbraram-se com a sua capacidade de corromper medievais, passaram a acreditar que corromperiam também todas as leis existentes a começar pelas leis da vida.

O tal “progresso científico” é uma crença do feirante medieval, acredita que consegue pôr os seus servos a corromper as leis dos ecossistemas e roubar a vida.

O feirante tem agora alquimistas do lixo, a tempo inteiro, a descobrir como corromper as leis da vida. A conquista do feirante vai além do roubo dos medievais, acredita que vai corromper a vida, e roubar o cosmos.

Alquimistas do lixo é um nome feio, melhor chamar “cientistas”.

Infelizmente a vida ri-se da estupidez dos feirantes medievais e dos seus alquimistas do lixo.

Todas as experiências dos cientistas resultam em lixo, insalubridade e patologias. E em trabalho. Trabalho é a actividade do servo do feirante, e deve orgulhar-se disso.

Parece que corromper as leis da física estéril, e da física viva, é mais difícil que corromper medievais.

Não é “justo” que a realidade não se submeta aos feirantes germânicos como fazem os restantes medievais.

Lixo, imundice e patologias são resultados ingratos. A realidade não deveria gozar e desdenhar da estupidez dos germânicos.

A fauna da corrupção

Corromper exige trabalho. Trabalho é a actividade de corromper.

Nada mais honorável que passar a existência no trabalho que dá corromper os ecossistemas (o trabalho dos trabalhadores).

Ou corromper a população humana como feirante (o negócios dos negociantes. Negócio é essa coisa em que é o feirante que decide as regras, e não a higiene).

Ou melhor ainda, na mui nobre actividade de descobrir como corromper os ecossistemas (a tal ciência), para conseguir impor a mais imbecil fantasia feirante à realidade.

Alquimistas do lixo (cientistas), feirantes (agentes de mercado) e servos de feirante (trabalhadores) são a fauna medieval da feira. A fauna da corrupção.

O sucesso do modelo da corrupção

O modelo da corrupção teve sucesso, corrompeu tudo e todos.

O resultado da corrupção é o lixo, do lixo em que são transformadas as pessoas (corruptos e corruptores),  ao lixo em que foram transformados os ecossistemas.

O lixo é a falência do elemento, o resultado da corrupção. O que resta da corrupção é o lixo total de todos os incluídos.

O corrupto e o corruptor (oferta e procura) são o lixo resultante da prática da corrupção. O glorioso resultado do mercado.

A poluição é o lixo resultante do progresso científico, o glorioso feito do alquimista do lixo (cientista).

O trabalhar é o lixo comportamental daquele que desistiu da sua vida para servir corruptores.

A falência é o sucesso do modelo da corrupção. O modelo da corrupção é um sucesso.

O que revela o modelo germânico

 

O modelo medieval é sempre o mesmo: inventam numa fantasia, uma estupidez qualquer, e tentam transformar essa fantasia em realidade.

Isto é, tentam através dos seus feiticeiros impor a fantasia à realidade. É um modelo que revela o estado pueril, o retardamento mental dos germânicos.

Idade média é um eufemismo chamado à idade em que os pré-históricos da barbárie estão, supostamente, entre a pré-história e a história da humanidade.

No entanto, observa-se que a barbárie está entre a pré-história e uma sub história, a sub história da imundice medieval. Não vai, e não quer, entrar na história da humanidade.

Nas crenças dos medievais observa-se a oligofrenia. A crença na corrupção é uma demonstração de incapacidade mental, uma estupidez pueril.

O atrasado acredita que é superior ao meio porque corrompe. Não revela capacidade para perceber que é ele que gasta a sua existência nessa miséria.

A estupidez e a prática da estupidez, a eterna marca da barbárie germânica.

A história ri-se dos macacos do inverno.

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