A criatura Kitsch

Kitsch é o estilo pretensioso e sem qualidade. Cópias toscas aplicadas a despropósito, são a marca do kitsch. Verkitschen traduz-se por trapacear, vender uma coisa em lugar de outra. A parolice, a burla, a falta de qualidade e o pretensiosismo do burlão, são o domínio do burguês: o mundinho da feira. O mundo kitsch é […]

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Liberdade?!!

O trabalhador existe para pedir e pagar as senhas de autorização (dinheiro) do seu dono feirante.

A liberdade é a negação da condição do trabalhador. Uma coisa de hereges, que não acreditam nas “leis da economia feirante” inventadas pelos nossos queridos feirantes.

Não acreditam que a economia é fazer dinheiro do nada, distribuí-lo pelos amigos (banqueiros e investidores) e colocarem a plebe a pagá-lo… várias vezes.

Toda a gente sabe que pagar senhas de autorização, de quem não tem qualquer legitimidade para autorizar, é a mais elementar regra da “economia feirante”.

Liberdade?!

Liberdade não é coisa de quem tem donos, muito menos esses que são os toscos aldrabões da feira medieval (banqueiros, investidores e afins feirantes).

Liberdade não é coisa de trabalhadores. É uma coisa que nega a condição do trabalhador.

… cá por mim a liberdade quer provocar desemprego. Temos todos de continuar a acreditar que um humano existe para ser um servil empregado de um desumano qualquer.

O parasita é a razão de ser do parasitado. Se não fossem os feirantes a dar serventia à plebe, o que é que ela ia fazer com essa coisa da liberdade?

Liberdade não é coisa dos subservientes aos mercados. É a condição que exige a higiene de erradicar os mercados.

… a liberdade é algo demasiado higiénico para a nossa querida, e imunda, idade média feirante.

Liberdade?!!

A ignorância paga-se cara, paga-se com a liberdade.

É com ignorância que se produzem trabalhadores, os tais que passam a vida a pagar as senhas de autorização dos aldrabões dos mercados.

O segredo (a ignorância) é a alma da economia para os ignorantes. Os tais que se deixam enganar por feirantes.

Liberdade?!

Desde quando uma plebe medieval, domesticada para ser servil de feirantes, ser trabalhadora, tem habilitações para ser livre?

A liberdade exige a inteligência que os pobres de espírito, do rebanho do senhor da direita, não têm…

…e a formação que a plebe, domesticada para ser trabalhadora das fantasias de esquerda, nunca teve.

A liberdade  humana não é subalterna a ideologias feirantes.

A direita  e a esquerda são demonstrações das fantasias feirantes, imundices contra a higiene necessária à liberdade humana.

A liberdade é uma coisa elitista, a ignorância, as fantasias ideológicas feirantes e respectivas subserviências aos parasitas são muito mais populares.

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Anti economia mercantil

Ode à nossa querida idade média feirante, à inteligência em que assenta este velho mundo, à ignorância dos seus princípios, aos erros dos seus meios e à insalubridade dos seus resultados. “Sociedade de consumo” “Sociedade de consumo” é o efeito do “mercado” na realidade. “Sociedade de consumo” é só a plebe mais destruidora de meios […]

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Ano 2770

Ano 2770 a.u.c., 2017 para a barbárie ocidental. A barbárie continua igual a si mesma, mata e rouba. Não saiu um milímetro da sua pré-história: a horda mantém-se com os chefes, feiticeiros e súbditos, e dedicam-se à destruição e pilhagem. Chefes Agora chamam capitalismo ao passatempo de roubar. Glorificam os que mais roubam. Os chefes […]

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Liberdade e poder

Poder é a falta de liberdade de uma população. Quando uma população não tem higiene social acaba submetida aos seus parasitas. Quando uma população é obrigada a trocar a sua liberdade pela submissão aos parasitas, estamos na presença de poder. Poder em termos clínicos Poder é uma patologia social, ocorre com a junção de três factores: […]

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O que revela a modernidade

A modernidade assenta na invenção do “homem oposto da natureza”. A barbárie inventou que o homem “civilizado” é o oposto do “selvagem”, e que a natureza é má e necessita ser destruída no altar do “progresso científico”. É esta a retórica da modernidade. A “ciência” determinou a modernidade e a sua retórica. Assenta nessa postura […]

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O pilha-galinhas

“Quem tem meios é que manda” é este o atraso cultural que a barbárie ocidental apresenta. “Quem tem meios é que manda” como se a posse de meios fosse uma habilitação para decidir e não a marca do pilha-galinhas que rouba. Devem obedecer ao rico porque ele sabe roubar os outros. É esta a legitimidade […]

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